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O Berro do Bode Zé
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E a lei dos quinze minutos na fila do banco?

Até parece pirraça contra o Pix, que cortou lucros nas intermediações financeiras, mas não é nada engraçado ficar por mais de trinta minutos, na fila, especialmente para os mais avançados em idade. Afinal de contas, o povo nem sabia se ele era possível, mas se foi criado, o Pix é bem-vindo, mesmo com a bandidagem, que ataca de qualquer forma. O fato é que a demora no atendimento tem acontecido com muita frequência, sabendo-se que, por lei específica, uma agência tem prazo de quinze minutos, a partir da hora registrada na senha fornecida ao cliente ou usuário. Paradoxalmente, a partir do avanço tecnológico, o tempo de espera nas filas bancárias tende a crescer e não se sabe até onde poderá chegar. Para adoçar clientes e usuários, disponibilizaram-se assentos, mas, a progredir nessa demora, haverá, não muito tempo à frente, que fornecer camas. Demora-se mais numa agência bancária do que no tempo de todo o trabalho feito à unha; quando um cheque, desde sua apresentação no balcão tinha a percorrer, praticamente todas as mesas, receber assinaturas e carimbada. Quando chegava à boca do caixa, estava quase ilegível. Ainda há poucos dias, em determinada agência lotada de clientes, quatro gerentes estavam à disposição e, em contraposição, caixa, só um! É bonito isso?

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