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Caso de agressão contra pedagoga em escola municipal de Mariana mobiliza autoridades

Caso de agressão contra pedagoga em escola municipal de Mariana mobiliza autoridades

Imagem: Reprodução/ Marcos Delamore

Uma pedagoga foi agredida fisicamente por uma aluna, na Escola Municipal Dom Oscar de Oliveira. O caso aconteceu em Mariana, no interior de Minas Gerais, na última sexta-feira (27).

O episódio gerou notas de repúdio do Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos Municipais de Mariana (Sindserv) e da Secretaria Municipal de Educação. Os dois órgãos afirmaram que acompanham o caso e informaram que medidas de apoio à servidora já foram adotadas.

O Sindserv anunciou que prestará assistência jurídica à pedagoga e defendeu a adoção de medidas para reforçar a proteção dos profissionais da educação. Para a entidade, casos de violência contra profissionais da educação comprometem a segurança nas escolas e exigem resposta das autoridades.

O sindicato também manifestou solidariedade à servidora e defendeu que episódios como esse não sejam tratados como situações comuns no ambiente escolar.

Em nota, a Prefeitura de Mariana destacou que repudia veementemente toda e qualquer forma de violência. “A Administração Municipal reafirma seu compromisso permanente com a construção de ambientes escolares seguros, acolhedores e respeitosos para alunos, servidores e toda a comunidade escolar. Qualquer ato de violência ocorrido no ambiente escolar será tratado com tolerância zero, nos termos da lei, com seriedade, responsabilidade e total apoio às providências necessárias”, diz um trecho da nota.

A Secretaria Municipal de Educação informou que a profissional recebeu acolhimento logo após a ocorrência e continuará sendo acompanhada pela administração municipal.

Segundo o secretário de Educação, Fabrício Bicalho, a prefeitura repudia qualquer ato de violência. Ele informou ainda que o caso é acompanhado em conjunto com os órgãos de segurança pública.

O prefeito de Mariana, Juliano Duarte, em vídeo publicado nas redes sociais, classificou a situação como “grave e inaceitável”. De acordo com o chefe do Executivo Municipal, todos os setores responsáveis foram mobilizados para que as medidas cabíveis sejam administradas.

“Vamos acompanhar esse caso de perto e dar todo o suporte necessário à profissional. Violência dentro da escola não será tolerada”, escreveu o prefeito.

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