Ao receber sua compra feita no estrangeiro, esteja atento à possível presença de produto não encomendado. Se isso acontecer, não abra, de forma alguma, o pacote estranho. Conforme já denunciado por muitos consumidores, compras vindas do estrangeiro, especialmente do extremo oriente, têm chegado acrescidas de pequenos pacotes plásticos, contendo estranhas sementes. Se sua compra vier com tal acréscimo não encomendado, não abra o pacote de sementes. Encaminhe-o ao Ministério da Agricultura, ou à Secretaria de Estado da Agricultura. Segundo se informa, algumas análises feitas em laboratório detectaram a presença de ácaro, bactérias e fungos. Além disso, tais sementes podem ter sido tratadas quimicamente, aumentando ainda mais os riscos à segurança de quem tem contato direto com o produto. Portanto, não abra o pacote, de forma alguma e não o jogue fora. Entregue-o às autoridades. É gente, já nos basta o novo coronavírus!
Deslealdade e desumanidade de mãos dadas
Sentimento de humanidade e lealdade, dois fatores imprescindíveis no relacionamento humano, o primeiro a abranger toda a espécie, não se desprezando nem o inimigo em perigo; o segundo, no tocante aos mais próximos com os quais vínculos se mantêm, seja por parentesco, amizade, companheirismo, coleguismo ou compromissos estabelecidos. Lealdade é princípio de honra, que se quer cumprido entre pessoas parceiras, em qualquer situação, ainda que o desfavorável alcance uma das partes. Mau caráter é quem deixa o parceiro, ainda que subordinado, abandonado à própria sorte, em ocasiões difíceis. Repercute na mídia o caso do cidadão brasileiro, motorista particular, preso na Rússia porque naquele país entrou, Segundo o noticiário, tal produto não seria para si, mas para o sogro de seu patrão, um atleta do futebol conduzindo produto considerado medicamento legal, no Brasil, mas considerado droga ilícita naquele país… Testemunha de sua detenção diz que foi dado prazo de trinta dias, para que se apresentasse o dono do produto farmacêutico e a respectiva receita. Entretanto, isso não foi cumprido pela família do patrão e a prisão do motorista foi confirmada; isso há um ano e meio atrás. Inocente, pois recebera a mala lacrada no aeroporto (Brasil) sem saber que se tratava de produto proibido na Rússia, o brasileiro está, desde então, praticamente abandonado em prisão russa, ao sabor do lero-lero judicial em país estrangeiro. O trabalhador brasileiro cumpre prisão, inocentemente, em terra estranha, porque lhe falta a lealdade daquele a quem serviu, transportando medicamento de extrema necessidade. Mau caráter e omisso até quanto a gestões junto ao governo brasileiro, providência que, somente agora, se fez por mediação de terceiros. Se o governo brasileiro, em ocasiões de tráfego criminoso confirmado, teve apoio público em processos de liberação de cidadãos apanhados pela lei no estrangeiro, muito mais tem agora. Em casos anteriores, cidadãos culpados obtiveram apoio por razões humanitárias, que não se nega nem ao inimigo em desgraça, mas no caso atual, além da questão humanitária, é uma questão de justiça o resgate de um inocente, em compensação à deslealdade e falta de solidariedade da família para a qual trabalhava.