O povo diz que m…, quanto mais nela se mexe, mais fede! E, literalmente, fedeu mesmo na última semana, quando senador da República foi intimado, pela Polícia Federal, a baixar as calças, sob fortes suspeitas de corrupção, assunto mexido e remexido, nas últimas décadas, neste imenso país de meu Deus, porém cobiçado pelo diabo. Apresentavam-se de forma quadrada os fundilhos do tal senador, cujo nome se dispensa, bastando-se o cargo público, que ele desonrou, para vergonha de todo o Brasil, especialmente eleitores que nele confiaram e lhe confiaram a honra de representar sua unidade federativa no Senado. A Polícia Federal, já acostumada com precedentes em que corruptos foram flagrados a esconder dinheiro ilegal sob a cueca, intimou-o a mostrar, na intimidade, suas partes pudendas. Se não houve surpresa quanto à presença da “bufunfa”, em torno de trinta mil reais, insólito foi o “cofrinho”, no corpo do senador, onde foi encontrada parte do dinheiro. Duplamente sujo, no desvio ilícito e nas circunstâncias de seu esconderijo, esse dinheiro, sim, terá que ser lavado com água, detergente e desinfetante, antes de voltar à circulação. A que ponto chega a corrupção, em nome da ganância, da falta de escrúpulos e falta de vergonha, por parte de pessoas às quais o povo confiou seus anseios por um país melhor. Embora trágico para o povo e sociedade brasileira, o fato leva ao hilário de se imaginar, que um mágico induzia circunstantes a crer que ele fazia cocô em forma de dinheiro. Dentro da corrupção temos também, agora, o agente “currupto”!