Há coisas na vida, que nunca são demais, para que a mesma transcorra segundo as melhores expectativas e o mínimo de transtorno, se inevitável. Uma delas é o dinheiro, com restrição para o caso de não saber administrá-lo, sendo preferível continuar pobre a tê-lo e perdê-lo por falta de visão sobre como empregá-lo, investi-lo, gastá-lo. Por muito que seja, se mal administrado, um dia acaba! Entretanto isso não lhe tira a vantagem de nunca ser demais! Outra é o bom senso, que consiste em saber decidir e escolher o melhor, de acordo com o momento e as circunstâncias. Se não ´há bom senso nas decisões a serem tomadas, o futuro se torna incerto. Por isso, bom senso também nunca e demais. Antes de qualquer decisão importante, há muito que pensar e analisar todas as implicações quanto às consequências. É o que se sabe. Uma terceira coisa é a segurança, fator que se insere na vida, ao nascimento e a ela permanece ligado até a morte de qualquer pessoa, não importando sua posição ou condição social. Da vida pessoal, com pormenores a incluir até roupa usada, por exemplo, quando não se quer ou não deve uma pessoa ser reconhecida na multidão, a segurança se estende a todas as atividades de que participa. Segurança é sempre bom e, quanto mais, melhor! Segurança nunca é demais! Portanto, não se entende quando, numa instituição detentora de cofre de extrema importância, alguém toma medidas contrárias à decisão da maioria de somar aos existentes, mais um dispositivo de segurança para o cofre. Não há provas concretas, mas muitas são as evidências de tentativas de abertura indevida, expondo importantes documentos secretos ao perigo de serem compartilhados por pessoas estranhas. O bom senso pede providências urgentes, para que, mais tarde, não se chore sobre o leite derramado! Mas acontece o inusitado, pois justamente o setor encarregado de executar o serviço, resolve contrariar a maioria, dizendo não haver a necessidade apontada. Obs.; qualquer semelhança com fatos políticos em curso não é mera coincidência. É proposital!