Propaganda é a alma do negócio, já se dizia outrora, no tempo em que cachorro era amarrado com linguiça! Mas, se propaganda é a alma, pode também ser sua danação, se cuidados não forem tomados com relação aos interesses do público-alvo. Quando o que se quer é atrair a galinha, não se pode gritar xô. E galinha entende de propaganda, pois ouça só seu cacarejar alegre, no momento certo, se quer ser notada sua função sob os critérios da avaliação humana. Quando não quer, dá umas voltas, cisca aqui, cisca ali, despista-se e o ovo ninguém vê! Pois, é! E galinha não pensa, segundo o pensamento científico da sapiente espécie humana! Será que pensam os que, na ânsia de vender, perturbam, ofendem e até humilham o potencial consumidor? Talvez não pensem os que ligam equipamentos sonoros, em alto volume, e saem por aí a azucrinar meio mundo; tão alto que lhes bastaria fazer a zoeira na parte mais alta, para que toda a localidade os ouvisse. O que dizer daqueles que, para atrair atenção para evento programado, ligam sua geringonça sonora, também em alto volume, por horas a fio e a repetir o mesmo anúncio? A esses pretensos divulgadores falta todo o necessário, a ser considerado ao se programar como, onde e quando levar sua mensagem. Já existe inteligência artificial, mas o problema é que a desconhecem também!