Todo mundo tem direito a reclamar, criticar, protestar e denunciar algo com o qual não concorda, embora, atualmente, nem sempre esse comportamento seja visto como direito num país dito democrático. Mas não é esse o caso, porque o comportamento de alguns tem ido muito além do que se considera direito e, nem por isso, alguém sofreu restrições ou foi punido, de fato. No município de Ouro Preto, está em fase de instalação um novo sistema de água e esgoto, com o qual parcela da população não concorda. É direito dessa parcela não concordar, por qualquer razão que seja, ainda que o serviço de implantação ainda não tenha sido concluído, e, por isso, não tenha entrado em operação definitiva. Entretanto, tem havido ações que não se enquadram como direito, porém selvageria, vandalismo, cujas suspeitas podem recair em inocentes e prejuízos a desabar nas costas de toda a população. A ação destrutiva executada na ETA do Funil é exemplo, quando se fala em prejuízo à população, pois toda uma região ficou sem água, por cerca de três dias. Esse foi o primeiro prejuízo, pois a conta do crime ainda virá em futuras faturas. Bandidos cometeram o crime, mas quem paga por ele é o povo! Infelizmente, a ação predatória continua, desta vez na destruição de tampas de caixas de hidrômetros. Elas, na verdade, são frágeis, porém não se quebram com o simples pisar. É ação proposital, canalha e covarde, pois agem na sombra. Creem estar a causar prejuízo à empresa concessionária, esquecendo-se de que os custos da canalhice ela poderá debitar aos consumidores de água. Sejam contra, mas não sejam estúpidos!