A internet, hoje, alcança maior número de pessoas e, no Brasil, varia entre 70% e 80% da população, ainda que seja mediante o celular, dotado de menos recursos. O computador doméstico está reservado a uma minoria. Contudo, é bom observar que só o número de conexões não significa que todos usufruem o serviço de forma plena. Nem sempre o usuário está capacitado a alcançar, em suas buscas, o serviço online, o comércio, o entretenimento e ouros objetivos. Grande parte entra na internet como numa aventura, sem saber o vem pela frente, e, outra parte sabe o que quer, porém não está, devidamente, preparada e acaba por cair em alguma armadilha das muitas espalhadas na web. Mas, não é só isso. Quem pensa que somente os inexperientes têm dificuldades, no uso da internet, está enganado. Também os experientes têm seus percalços, no acesso e no trânsito pela web, a começar pelo direito de escolha do navegador. Se determinado navegador está instalado e o usuário tenta instalar outro (seu oponente), o primeiro cria uma série de dificuldades para que o segundo não se instale. Até na internet a liberdade está ameaçada! Mas o que tira mesmo o usuário do sério são as tais captchas. Reconhece-se a validade das captchas como recurso contra o uso de robôs no acesso ao serviço, mas a insistência de alguns sites nas captchas por meio de caracteres borrados ou por meio de fotos diferenciadas chega a ser uma agressão à paciência do usuário. Não se consegue vencê-las de forma alguma, ainda que se tente por todo o dia. Se há outros tipos, mais razoáveis, como as operações aritméticas, por que não os utilizar?