Neste fim de semana, desembarcamos de julho e embarcamos em agosto, mês de desgosto segundo supersticiosos, “mês do cachorro doido”, segundo nossos avós, devido à maior incidência da raiva canina nessa época, daí a necessidade de manter os bichinhos sempre vacinados. O mês de agosto tem também “tradição” de trazer muita tensão política, no Brasil e no mundo, corroborando para isso muitas ocorrências nefastas no campo da política e grandes tragédias humanas, incluindo-se a destruição de Pompéia por erupção do Vesúvio em 79 DC. Mas, agosto antecede a entrada da primavera, a mais bela estação do anos, é o mês das “estrelas cadentes” (meteoros), para quem gosta de “curtir” o céu noturno, nessa época; é também o mês dos ventos, fator que possibilita a prática de uma brincadeira das mais saudáveis, para todas as idades, ensejando até a realização de concursos. Enfim, agosto é o mês de empinar papagaio, ou pipa, como queiram, desde que se tome o cuidado de levar a brincadeira para bem longe da rede elétrica, que não combina com a prática e arte de empinar papagaio, podendo causar sérios acidentes. Infelizmente, empinar papagaio tornou-se faca de dois gumes quando, em paralelo com os verdadeiros brincantes, se intromete o espírito-de-porco, que usa linha com cerol, não para brincar, mas para perturbar, atrapalhar e “roubar” o prazer inocente de terceiros. O pior é que essa prática tem causado mortes, quando tal “linha assassina” se enrola no pescoço de pessoas, especialmente ciclistas e motociclistas, quando passam pela área dessa prática criminosa. Quem fabrica, vende ou fornece tal material, incluindo-se a linha chilena deve ser denunciado por meio do telefone 181, ligação gratuita com garantia de sigilo; o denunciante não precisa dizer seu nome. Quem empina papagaio, fazendo uso de linha cortante, qualquer dela, dever ser denunciado pelo 190. Todos têm direito à diversão em segurança!