Notícia falsa, fofoca, boato, mexerico, “conversa pra boi dormir”, tudo com o mesmo significado, que sempre estiveram na base da desinformação, ganharam destaque nos dias atuais, a ponto de serem enfeixados por termo em língua alienígena (fake news), muito ao gosto tupiniquim. É a praga do momento, quando se quer o desentendimento e a confusão geral, até que tudo se esquente e o circo pegue fogo. Pior que tudo acima, que até pode ter nome e endereço de origem, vem a narrativa anônima. De natureza sinistra e destruidora, obviamente, uma vez que de coisa boa ninguém se furta à autoria, o relato anônimo, (não confundir com denúncia anônima à polícia, aceitável por questões de segurança) que pode ser também mentiroso, é próprio dos covardes, daqueles que só agem à sombra, porque à luz pode ser que tenham exposto o rabo preso. Esse tipo de relato só convém aos que pensam tirar proveito da desgraça alheia ou do desfavorável ao próximo, desde que seu nome não apareça; é como recolher castanhas das brasas, usando a mão do gato! Esse tipo de gente (gente?), inescrupulosa e tão cara-de-pau, não tem vergonha de usar o telefone, inidentificável, como lhe convém, para sugerir ou quase exigir que se publiquem suas fuxicadas nauseabundas! Se não é gente, capaz de se responsabilizar pelo que diz, que se recolha à sua insignificância e se cale para sempre!