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Suposto tiroteio em Ouro Preto é desmentido pela Polícia Civil

Suposto tiroteio em Ouro Preto é desmentido pela Polícia Civil

Imagem: Polícia Civil de Minas Gerais/Divulgação

Por: Marcos Delamore

Nesta terça-feira, 1º de abril, moradores do bairro Bauxita, em Ouro Preto, foram surpreendidos por disparos realizados pela Polícia Civil de Minas Gerais, na Rua Professor Francisco Pignatário. A corporação desmentiu a suspeita de troca de tiros e destacou que não foi utilizado armamento que colocasse em risco a vida das pessoas durante a operação. O ex-prefeito de Ouro Preto, Júlio Pimenta, também registrou o momento.

O vídeo, que circula nas redes sociais, exibe um homem, de 32 anos, suspeito de danificar veículos particulares estacionados em via pública e casas de moradores, correndo de um agente de segurança, que efetuou os tiros para afastar o indivíduo do local. Pouco tempo antes, ele teria sido conduzido pelos policiais e ouvido pelo delegado, por meio da Central Estadual do Plantão Digital, em função da mesma prática delituosa, mas foi liberado por fortes sinais de inimputabilidade.

Em meio ao alarde causado pelas informações sobre um suposto tiroteio na cidade e o receio da população frente ao caso, a Polícia Civil emitiu nota para comunicar sobre a ação. Confira:

“A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que, na tarde de hoje (1/4), em Ouro Preto, um homem, de 32 anos, foi conduzido e ouvido, por meio da Central Estadual do Plantão Digital, como suspeito de danificar intencionalmente veículos particulares.

Após análise técnico-jurídica realizada pelo delegado de polícia responsável pelo procedimento, o homem foi liberado, tendo em vista que apresentava fortes sinais de inimputabilidade, ou seja, de não compreender o caráter ilícito de suas ações.

Ocorre que, logo depois da liberação, o suspeito retornou à mesma atividade delituosa, isto é, a tentar danificar veículos estacionados na via pública.

Assim sendo, após diversas tentativas de dissuadir o suspeito, atento ao uso proporcional e progressivo da força, um dos policiais civis envolvidos na ocorrência efetuou disparos com munição não letal, popularmente conhecida como “antimotim”, protocolarmente indicada para casos dessa natureza, justamente por não colocar em risco a vida do agressor e de terceiros.

A PCMG esclarece que ação policial alcançou seu objetivo, vez que foram preservados e assegurados os direitos à vida, à integridade física e ao patrimônio de todas as partes envolvidas”.   

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