A coisa já se torna um tanto recorrente, porque em outras edições este cantinho já foi preenchido com o mesmo assunto e, ao que parece, poderá voltar outras vezes, porque pessoas podem ser teimosas naquilo, que lhes convém, mas não convém a terceiros. De uns tempos para cá, parece que todo o mundo quer ser paraquedista e, por isso, a moda da mochila às costas pegou tão bem, para quem gosta, é claro, pois há os que não vêm graça alguma na coisa. Tudo bem, mãos fiquem mais livres, desde que a coluna não sofra as consequências e terceira pessoa não seja incomodada, pois há mochila e mochila, tamanho e características diferentes. Outras vezes foi dito que problema maior pode ser centro de coletivo, a pessoa a se movimentar, sem se dar conta de que aquela encrenca às costas está a bater na cara de outras pessoas. Dentro do coletivo, especialmente quando lotado, mochila tem que ser carregada com as mãos, mas falta desconfiômetro a muita gente! Mas, não é só nos coletivos! Na rua também, alguém pode sofrer pelo descuido de um mochileiro. Foi o que aconteceu há poucos dias. A mochila às costas de um rapaz, parado à eira da calçada, portava mais que o trivial da mochila da maioria das pessoas; mais parecia mudança. De repente, ele teve sua atenção voltada para um lado. Girou, rapidamente, batendo a mochila numa senhora que passava à sua retaguarda; a vítima não caiu porque, providencialmente, estava próxima a um poste no qual se apoiou. O mochileiro nem se deu conta do que fez, pois ao se virar, caminhou imediatamente na mesma direção. Parece necessário, a exemplo dos veículos, haver código de trânsito para mochileiros!
Respeito ao visual da cidade
Criticou-se, aqui, há poucas edições passadas, a forma descuidada como a empresa do serviço de água e esgotos estava a instalar as caixas do hidrômetro, em Ouro Preto; as lajes sendo quebradas e as novas caixas circundadas por cacos de pedra. Vê-se que outra diretriz foi dada à instalação de tais equipamentos. Estão sendo feitos encaixes, nas lajes, evitando-se assim seu esfacelamento. O ouro-pretano agradece!