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O Som da Bandalheira Volta a Ecoar

Elson Cruz

Esportes: Neste sábado, às 19h, nossa cidade é cem por cento “gato do mato”, segundo pesquisa do Instituto Mãe Dinah, quando o Itabirito Futebol Clube enfrenta o time do outro lado da lagoa. A vitória, ou uma combinação de resultados, poderá marcar de vez a permanência da equipe de nossa cidade na elite do futebol mineiro.

Perda: A região perdeu Henrique Madeirite aos 50 anos. Seu carisma e sua capacidade de fazer amigos deixaram Itabirito consternada. Influencer do Instagram com dois milhões de seguidores, mestre dos bordões “sextou, papai” e “sextou, BB”, era presença marcante nas redes sociais e persona admirada e querida em nossa sociedade. Aos familiares, nossas condolências.

Vem aí: O carnaval, e com ele mais uma edição da esperada Bandalheira, com toda sua irreverência. Há quem diga que seu berço foi no Grupo Teatral Somos da Farra, que projetava belas peças bem‑humoradas sobre nossa gente e nossos costumes. Tudo isso na década de 60, com apresentações marcantes no salão da Boa Viagem e no Cine Teatro Pax. A Bandalheira, sem dono, sem liderança e sem diretoria, usava, na época, instrumentos emprestados da banda de Amarantina e produzia peças sinfônicas, desde a marcha fúnebre até as marchinhas de maior sucesso do carnaval. Ensaios? Sob a batuta do maestro Anésio de Zé Ferreira, uma carroceria de caminhão conduzia os músicos para afinar os instrumentos em local próximo ao antigo posto Russo, no bairro Santa Efigênia.

Maria e José: São os nomes predominantes em Itabirito, segundo estatística do IBGE. O resultado segue a tendência da região dos Inconfidentes e do Estado. O sobrenome Silva é o mais comum em nossa cidade. Quanto à população, o Instituto confirma que o município tem 49.203 habitantes; entretanto, outras plataformas indicam 55.877 habitantes. Salve Maria e José.

Para refletir: A disciplina é a mãe do sucesso

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