Se eu fosse do Ministério Celestial da Educação, exigiria que na grade curricular de todas as escolas do Planeta, fosse incluída a disciplina de inteligência emocional.
Principalmente, pela minha visão feminina e pela experiência que tenho agora.
Meu Deus! Como é difícil lidar com certas situações, aturar algumas pessoas e compreender problemas pelos quais passamos. É coisa de se quebrar muito a cabeça, muito mais do que algoritmos, inequações, seno, coseno, estequiometria, física quântica, regência verbal e novo acordo ortográfico!
Deveria constar no plano de aula, sem falta, pelo menos os cinco fundamentos abaixo:
1º) Aprender a não explodir com as pessoas, ainda que elas te levem ao extremo da raiva e da vontade de esganá-las. Para que você não fique, por causa delas, de castigo.
2º) Ter a certeza absoluta que, na maior parte das vezes, você deve evitar falar mal do coleguinha pro outro: isso é feio, muito feio e ordinário! E não acrescenterá em nada em sua nota final.
3º) Aprender que, muitas vezes, você vai se sentir muito inferior aos outros: no trabalho, na família, em um evento etc. No entanto, essa sensação passa! Além de, quase sempre, ser um sentimento equivocado ou mesmo erro de cálculo sensorial.
4º) Ter a clarividência de que se alguém terminar um namoro, noivado, casamento ou qualquer tipo de relaciomento amoroso com você, isso não te fará pior do que ninguém – muito menos pior do que quem terminou. E que, com certeza, com o tempo você vai superar esse término.
5º) E ter a certeza de que ser humano dói e de que os outros seres humanos te machucarão quase sempre. Mas que vai depender só e exatamente de você valorizar e internalizar todo o aprendizado que for adquirindo para ter uma boa formação – de vida.
*Jornalista e autora dos livros “As verdades que as mulheres não contam” e “Para alguém que amo – mensagens para um pessoal especial”.