Reportagem: Raquel Barakat
O dilema de Marina e Henrique pode não ter um fim tão rápido, segundo a própria mãe do bebê
Isso porque, após um caso de suposta negligência médica do bebê de apenas dois meses (a época), a Prefeitura de Itabirito não se manifesta sobre a situação nem mesmo aos ofícios do Ministério Público.
Entenda o caso
O drama começou quando Marina levou o bebê Henrique à UPA desconfiada de uma gripe. Ele chegou a ficar em observação e retornou para casa, apresentando uma pequena melhora. Logo após, apresentou febre, retornando para a UPA.
O bebê teria então sido encaminhado para uma sala sem a presença da mãe e posteriormente esta teria sido informada que ele estava em coma.
O infante foi transferido para o Hospital Pediátrico João Paulo II em Belo Horizonte e, após investigação do quadro, haveria a constatação de uma intoxicação por medicação dada na UPA de Itabirito.
Após a melhora, o bebê agora precisa de acompanhamento regular e não consegue mais se alimentar pelo seio materno, segundo informa a mãe do menino.
Denúncia
Após o caso, Marina procurou a Polícia Civil para depor, entregando todas as evidências em sua posse.
Instado pela mãe, o Ministério Público já enviou ofícios à prefeitura, mas também sem retorno, afirma. Além disso, a administração pública ou Secretaria de Saúde teriam informado, apenas, que estão apurando o caso.
O espaço segue aberto para pronunciamento oficial da prefeitura e possíveis atualizações do caso.