Muito mais que nas manifestações ruidosas e, às vezes, violentas, discursos inflamados com destaque na mídia contra tudo de errado, que se constata na condução do país, a consciência cidadã deve vir à frente, quando se trata de proteger, defender, preservar a coletividade de dum inimigo comum. Está o Brasil, assim como todo o mundo, em verdadeira guerra contra o novo coronavirus, causador da COVID-19, que se espalhou de forma pandêmica. Assim como em qualquer guerra, cabe à população civil cumprir série de normas, regras e determinações em prol da segurança individual e da coletividade, enquanto soldados enfrentam o inimigo cara-a-cara, também nos casos de pandemia, cada cidadão deve cumprir o determinado pelas autoridades, médicas e do governo, como medidas protetivas e de segurança para si e para a coletividade. Não seguir as regras, recomendadas ou decretadas, é estar contra o bem comum, é agir com egoísmo e desprezar o semelhante. As medidas de higiene, destacando-se o cuidado com as mãos, o maior ponto de contato com o mundo exterior, previnem cada um contra o contágio. Quanto à máscara e o distanciamento social (nada de contato físico e manutenção de relativa distância de outra pessoa) evitam que o novo coronavirus passe de uma para outra pessoa. É importante saber que uma pessoa pode estar contaminada pelo novo coronavírus, não saber disso e não desenvolver a doença COVID-19, mas pode repassar para outra, podendo esta adoecer e até morrer; daí a necessidade obrigatória de seguir as regras determinadas. Lamentavelmente, não a maioria, mas boa parte parece não ter percebido o perigo ou não se importa com a própria saúde e a dos demais. Pessoas circulam, livremente, sem máscaras, tentam entrar ou entram em supermercado sem elas; confraternizam-se com beijos e abraços em público, possibilitando a disseminação da doença e dando mau exemplo, o que menos se precisa, no momento. Gente! Não há como escapar do compromisso, que inclui pequenos sacrifícios. A guerra é de todos!