Bom seria se, no Brasil, fosse como na Europa e outros pontos do mundo, onde as leis são respeitadas porque são leis e não porque o guarda está por perto. Teríamos, no momento, quando avança a pandemia, quadro bastante diferente com o povo a cumprir as determinações e, possivelmente, menor demanda por hospitais. Seria, mas não é, embora autoridades se comportem como se fosse. Ditam leis, mas não fiscalizam seu cumprimento, o que, em momentos emergenciais, é como se lei não houvesse, sabendo-se ser o povo mal educado e indisciplinado. Se agora é lei, não basta dizer “use máscara”, se não puser a fiscalização nas ruas! É perda de tempo, mais perigo de contágio e mais vidas perdidas! Caras pálidas! Não esperem a obediência carneirinha! Obediência cega e muda, neste país se procede quando não se deve. Que se ponha o bloco da fiscalização nas ruas, se não, o bicho vai pegar! Nas ruas, o indivíduo não aceita recomendações de seu igual e parte para a briga, se lhe for exigido como proceder; é o individualismo, que deveria ter ficado em casa. Que sirva de lição o caso da médica que, depois do plantão, a tratar de vítimas do coronavírus, chegou em casa e não conseguiu dormir por causa de uma festa barulhenta ao lado. Foi ao local pedir mais silêncio e foi espancada, quase até à morte! Faltou o quê? Resposta simples e rápida: AUTORIDADE!